Activation
Activation converte uma arquitetura aprovada em configuração operacional comprovada. É uma fase de composição e prova, não apenas deployment.
Épicos de referência
Seção intitulada “Épicos de referência”D1. Capability Resolution
Seção intitulada “D1. Capability Resolution”Compara requisitos do blueprint ao registry e decide reuse, configure, integrate, build ou defer. Gaps reutilizáveis retornam ao ADAPT-Build.
D2. Configuração e integração
Seção intitulada “D2. Configuração e integração”Materializa contracts, adapters, policies, agents, workflows, tools, data bindings, identity e observability.
D3. Evals, simulação e shadow
Seção intitulada “D3. Evals, simulação e shadow”Executa testes funcionais, quality, security, tool safety, prompt injection, authority, cost, performance, drift e recovery. Shadow permite observar sem ação material.
D4. Gate fiduciário
Seção intitulada “D4. Gate fiduciário”A autoridade nomeada revisa evidence, limitations, residual risk, runbook, budget, action classes e rollback. Pode autorizar, restringir, reformar ou rejeitar.
D5. Go-live
Seção intitulada “D5. Go-live”Ativa por etapas, monitora early-life support, valida SLOs e confirma que operação, suporte e ownership funcionam fora do time de construção.
Activation Package
Seção intitulada “Activation Package”Inclui live configuration, release bindings, policies, evidence pack, runbook, incident model, SLOs, budgets, known limitations, rollback, contact matrix e Gate Decision.
Regimes de ação
Seção intitulada “Regimes de ação”- informacional;
- reversível e baixo impacto;
- supervisionado;
- material com gate obrigatório;
- proibido.
O regime é definido por materialidade, reversibilidade, domínio e policy. A arquitetura não deve hardcode aprovação manual para tudo nem autonomia irrestrita.
A saída é LIVE ASSURED quando há evidência de que o fluxo está ativo, observável, governado e suportável. Go-live técnico sem assurance é estado incompleto.