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Contexto Arquitetura

Arquitetura no ADAPT inclui estrutura organizacional, informação, semântica, agentes, software, integração, segurança, observabilidade e economia. Diagramas técnicos são uma parte da descrição, não a arquitetura inteira.

  • identificar stakeholders e concerns;
  • escolher viewpoints e model kinds;
  • definir boundaries e responsabilidades;
  • desenhar dados, evidência e semântica;
  • compor humanos, agentes, skills, workflows e tools;
  • definir authority, autonomy e escalation;
  • desenhar observabilidade, lineage, SLOs e incident response;
  • modelar budgets, consumption meters e cost allocation;
  • selecionar deployment e technology bindings;
  • registrar decisões e trade-offs.

Architecture Description, Viewpoint Set, Context Map, Interface Contract, Authority Matrix, Threat Model, Observability Contract, Cost Model, Bill of Capabilities e Architecture Decision Records.

Inspirado em ISO/IEC/IEEE 42010, o método separa a entidade arquitetada de sua descrição. A descrição deve responder aos concerns relevantes por viewpoints explícitos. Ela não precisa usar uma notação única.

A arquitetura precisa explicar como o trabalho real acontece, quem compensa falhas, onde julgamento entra, que dados sustentam claims e como agentes recebem contexto e limites. Componentes sem owner ou sem operação são candidatos a remover.

O Core declara capabilities e contratos; Technology Packs resolvem bindings específicos. Agentes chamam tools do domínio ou método, e adapters resolvem Snowflake, Databricks, APIs ou outros runtimes.

O Gate avalia cobertura de concerns, coerência, operabilidade, segurança, trace e economics. Ele não aprova apenas estética do diagrama.