Agentes, skills, tasks e workflows
O framework usa agentes como executores especializados dentro de um sistema de trabalho. O modelo público não fixa nomes ou quantidade de agentes; fixa contratos de comportamento.
Um agent manifest deve declarar:
- purpose e domain;
- role family;
- skills e workflows;
- tools permitidas;
- inputs e outputs;
- context policy;
- authority envelope;
- handoff rules;
- evals;
- telemetry;
- owner e version.
Skill é capability reutilizável de raciocínio ou ação. Ela deve ser pequena o suficiente para ser combinada e estável o suficiente para ser avaliada. Exemplo: qualificar evidência, reconciliar métrica, preparar Gate Packet.
Task é unidade granular de execução com preconditions, steps, outputs e failure behavior. Uma skill pode compor várias tasks ou ser invocada por workflow.
Workflow
Seção intitulada “Workflow”Workflow coordena tasks, agents, human inputs, deterministic steps e gates. Ele precisa separar:
- interpretação contextual;
- cálculo ou validação determinística;
- tool execution;
- material state transition;
- human authority.
Routing
Seção intitulada “Routing”O orchestrator pode selecionar skill, rotear, criar subtask, preparar rascunho e solicitar gate. Não pode promover seu próprio release, aceitar risco residual, ampliar acesso ou ignorar blocker.
Named agents e role families
Seção intitulada “Named agents e role families”Personas podem melhorar descoberta e usabilidade, mas o contrato operacional permanece primário. Publicamente, o ADAPT usa famílias Advisory, Architecture, Engineering, Assurance e Operations; implementações podem especializar agentes.
Handoffs
Seção intitulada “Handoffs”Handoffs são tipados. O receiver recebe task, scope, context refs, tool set, budget, TTL, expected output e escalation. Um handoff sem limite é delegação insegura.