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Contexto Operação

Operação é parte do método desde o desenho. Sistemas que só podem ser explicados ou mantidos pelos construtores não estão prontos para transferência.

  • activation readiness e go-live;
  • configuração de SLOs, alertas e escalations;
  • operação de humans, agents, workflows e integrations;
  • gestão de incidentes, restrição, rollback e kill;
  • monitoramento de qualidade, freshness, lineage e drift;
  • budget, usage, cost allocation e capacity planning;
  • outcome measurement e value reconciliation;
  • revisão de autonomia e policies;
  • captura de learning candidates;
  • expansão, reforma ou retirada.

Incidentes podem surgir de dado, modelo, agente, processo, authority, interface, incentivo ou ambiguidade semântica. O runbook deve indicar como diferenciar essas classes e quem assume o controle.

Define sinais, frequência, thresholds, owners, SLOs, retention, dashboards, alerts e ações permitidas. Observabilidade sem resposta definida é apenas visualização.

A operação compara baseline, expectativa, resultado, custo e contexto. Value reconciliation não serve apenas para marketing; serve para continuar, reformar, expandir ou encerrar.

Traces e outcomes geram candidatos. Antes de virar capability ou padrão, cada candidato precisa de curadoria, anonimização quando necessária, eval e promoção. Agentes podem propor; uma authority nomeada promove.