Rastreabilidade e versionamento
A rastreabilidade é a infraestrutura de memória do método. Ela impede que decisões, releases e resultados sejam interpretados fora do contexto que os produziu.
Trace mínimo
Seção intitulada “Trace mínimo”Signal/Demand→ Project→ Epic→ Practice/Workflow/Task→ Artifact/Evidence→ Gate Decision→ State Transition→ Capability Release ou Live Configuration→ Operation/Event→ Outcome→ Learning CandidateIdentidade
Seção intitulada “Identidade”Objetos persistentes recebem ID estável e versão. Nomes podem mudar; IDs preservam relação histórica. O método recomenda IDs legíveis por classe, mas não impõe banco ou ferramenta específicos.
Versionamento
Seção intitulada “Versionamento”- Core segue Semantic Versioning.
- Módulos declaram faixa compatível do Core.
- Práticas, schemas e manifests possuem versão própria.
- Artefatos de tenant possuem versão e status.
- Mudanças breaking exigem migration note.
- Documentação e ativos executáveis compartilham release ID quando descrevem a mesma capability.
Proveniência entre repositórios
Seção intitulada “Proveniência entre repositórios”Trace não depende de monorepo. Releases devem registrar commit, hash, assinatura, SBOM quando aplicável, registry, dependências e binding usado. Um Capability Release pode ser consumido por vários MDC Packs ou projetos sem copiar sua identidade.
Status truthfulness
Seção intitulada “Status truthfulness”SPECIFIED → PROTOTYPE → AVAILABLE → DEPRECATED → RETIREDUm ativo só muda de status com evidência definida. AVAILABLE exige distribuição ou operação verificável, documentação mínima, owner e caminho de suporte. A documentação pública deve diferenciar o que existe do que está planejado.
Auditoria e retenção
Seção intitulada “Auditoria e retenção”Retenção é proporcional a materialidade, regulação e valor de aprendizagem. Logs técnicos não substituem Decision Trace; Decision Trace não precisa replicar todos os logs. O objetivo é preservar cadeia causal e de autoridade suficiente para revisão.