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Framework executável público

O ADAPT Public Method descreve a arquitetura do framework executável sem distribuir seus ativos proprietários. Essa separação permite verificar o método e manter controle de IP, segurança e produto.

Public Method
→ contratos, schemas, modelos, exemplos e conformidade
Licensed Execution
→ agents, skills, workflows, tasks, validators, evals, installer
Solution / Technology / Sector Packs
→ especialização sem redefinir o Core
Tenant Configuration
→ contexto, evidence, thresholds, policies, roles e bindings locais

Practice, Activity, Task, Skill, Role/Agent, Workflow, Tool/Adapter, Artifact, Evidence, State, Gate, Policy, Metric, Trace, Capability, Release e Module.

Módulos e releases devem ser descritos por manifests legíveis por pessoas e máquinas. O manifest declara identidade, versão, visibilidade, compatibilidade, contents, dependencies, status e meters.

A documentação pública não afirma que uma CLI esteja disponível. A distribuição licenciada pode futuramente fornecer installer e geração de skills para IDEs. Até que o ativo esteja operacional, seu status deve permanecer SPECIFIED ou PROTOTYPE.

O Core é obrigatório. Practice Modules, Solution Packs, Technology Packs e Sector Packs são instaláveis. Extensão não pode eliminar invariantes constitucionais, ampliar autoridade implicitamente ou ocultar breaking changes.

O ADAPT adota como inspiração a ideia de documentação modular, workflow map, skill-first reuse, agents e módulos instaláveis. Ele amplia o escopo para organizações sociotécnicas, dados, analytics, IA, arquitetura, assurance, FinOps e operação. Não existe afiliação ou compatibilidade automática.