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Fronteira pública, licenciada e interna

O ADAPT é publicado em três camadas porque transparência metodológica e proteção operacional atendem objetivos diferentes.

Esta camada permite que qualquer leitor entenda:

  • o propósito do método;
  • sua constituição e seus princípios;
  • as fases, contextos e perfis;
  • os modelos de Projeto, Épico, Artefato, Evidência, Gate e Estado;
  • os domínios de assurance;
  • schemas e exemplos públicos;
  • critérios de conformidade e versionamento.

A distribuição licenciada pode incluir agentes executáveis, instruções de sistema, skills completas, workflows, tasks, validators, evals, templates operacionais, instalador, telemetria e packs. Esses ativos realizam o método, mas não são necessários para compreender sua lógica pública.

A camada interna contém aquilo que sustenta diferenciação, segurança e engenharia econômica: golden evals, casos adversariais, thresholds, kernel protegido, roadmap, dados de produto, controles de release, meter-to-price mapping, pricebooks, margens, regras de desconto e contratos.

Todo artefato deve possuir uma das classificações:

PUBLIC
LICENSED
TENANT-CONFIDENTIAL
INTERNAL-ARCOGI

A classificação acompanha o artefato, não apenas a pasta onde ele está armazenado. Um exemplo público nunca deve conter dados reais de tenant, segredos, prompts protegidos ou controles internos.

Sem essa fronteira, a documentação pública tende a cometer um de dois erros: ser vaga demais para gerar confiança ou expor detalhes suficientes para comprometer propriedade intelectual, segurança e monetização. O ADAPT Public Method deve ser verificável sem ser uma cópia do runtime licenciado.