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Governança e qualidade

Governança define quem pode decidir, sob que condições e com que prestação de contas. Qualidade define se outputs e comportamento são adequados ao uso pretendido. Separadas, elas falham: política sem qualidade governa coisa errada; qualidade sem autoridade não produz compromisso.

Elementos públicos:

  • Org Charter;
  • ownership e RACI;
  • Authority Matrix;
  • policies e exceptions;
  • segregation of duties;
  • Gate authority;
  • escalation, rollback e kill;
  • decision and change logs.

O Quality Profile declara atributos relevantes, critérios, método de verificação, thresholds públicos ou references, owner, frequência e ação em caso de falha. A qualidade é contextual: precisão suficiente para exploração pode ser insuficiente para automação material.

Conformidade pode ser avaliada em quatro níveis:

  • Informed: conhece os princípios;
  • Aligned: aplica a maior parte do Core com adaptações explícitas;
  • Conformant: satisfaz invariantes e evidence requirements;
  • Certified: verificação por processo e authority reconhecidos.

A versão pública não certifica implementações automaticamente.

  • owner ausente;
  • critérios não observáveis;
  • política não executável ou não atribuída;
  • evidência produzida pelo mesmo componente sem revisão adequada;
  • qualidade abaixo do uso pretendido;
  • exception sem prazo ou compensating control.

Mudança de purpose, data source, semantic definition, model, tool, autonomy, policy, scale ou materiality pode invalidar evidência anterior. O Gate Contract deve declarar triggers de recertificação.

Gate reform rate, defects escaped, condition aging, evidence freshness, policy exceptions, time-to-remediate e rework cost ajudam a distinguir rigor útil de burocracia.