O que é o ADAPT
O ADAPT é uma disciplina operacional para transformar contextos ambíguos em trabalho governado. Ele combina método, porque define práticas e progressão; framework, porque fornece objetos, contratos e modelos reutilizáveis; e sistema de controle, porque exige evidência, autoridade, gates e rastreabilidade para transições materiais.
Problema que o método resolve
Seção intitulada “Problema que o método resolve”Projetos inteligentes frequentemente falham por uma combinação de fatores: intenção imprecisa, arquitetura fragmentada, responsabilidade difusa, dados sem contexto, agentes sem limites, engenharia sem rastreabilidade e operação sem medida econômica. O ADAPT não trata cada problema como uma disciplina isolada. Ele cria uma cadeia comum:
sinal ou necessidade→ projeto→ épicos→ práticas e workflows→ artefatos e evidências→ gates→ estados verificáveis→ operação e resultadoO ADAPT não é
Seção intitulada “O ADAPT não é”- uma metodologia de software restrita ao desenvolvimento de código;
- uma consultoria disfarçada de framework;
- uma sequência fixa de workshops;
- um agente autônomo com autoridade implícita;
- uma certificação automática de maturidade;
- um substituto para arquitetura, governança, engenharia ou operação existentes.
Ele organiza essas capacidades ao redor de um trabalho comum e de transições explícitas.
Para quem foi concebido
Seção intitulada “Para quem foi concebido”O método atende equipes que precisam combinar executivos, especialistas de domínio, arquitetos, engenheiros, operadores, data teams, times de risco, segurança, FinOps e agentes de IA. O leitor pode usar a documentação para:
- estruturar um projeto e seus épicos;
- definir quais artefatos e evidências precisam existir;
- compor práticas e responsabilidades;
- aplicar gates proporcionais a risco e materialidade;
- criar capacidades reutilizáveis;
- configurar jornadas específicas de cliente;
- preservar linhagem entre intenção, trabalho, decisão, ação e resultado.
O primeiro princípio de leitura
Seção intitulada “O primeiro princípio de leitura”Decision-centric não significa decision-first. Um trabalho pode começar por dados, uma anomalia, uma pergunta, uma hipótese, uma demanda de arquitetura ou um fluxo já existente. A decisão passa a ser o objeto organizador somente quando emerge com alternativas, autoridade, ação possível e consequências distintas.
Estado da versão pública
Seção intitulada “Estado da versão pública”A versão 0.1.0 é uma especificação pública candidata. Ela é suficientemente completa para orientar documentação, planejamento, arquitetura e desenho de execução. Não declara que agentes, CLI, validators ou packs licenciados estejam disponíveis neste repositório. O status de cada ativo deve sempre refletir evidência existente, não intenção futura.