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Segurança, privacidade e aprendizagem

Segurança protege ativos, pessoas, decisões e operação. Aprendizagem transforma experiência em capacidade sem propagar erro. Os dois domínios se encontram porque memória e reuso podem carregar vulnerabilidades, dados sensíveis ou padrões incorretos.

  • identidade de humano, agente, delegador e tenant;
  • least privilege e purpose limitation;
  • tool allowlist;
  • scope, budget e TTL;
  • attenuation em delegação;
  • separation of duties;
  • data classification e privacy;
  • prompt injection e tool poisoning defenses;
  • rollback, kill e incident response;
  • immutable/auditable gate decisions quando aplicável.

Cada invocação material deve ser interpretável por:

quem pediu
em nome de quem
para qual purpose
com quais dados e tools
qual action scope
qual materiality e budget
até quando
sob qual policy e versão
  1. Work memory — temporária e limitada à execução.
  2. Journal/Trace — registro persistente do caso.
  3. Learning Candidate — hipótese de padrão ou melhoria.
  4. Promoted Asset — conhecimento curado, avaliado, versionado e publicado.

Agentes escrevem candidatos; authority promove.

Antes de promoção, verificar dados pessoais, propriedade intelectual, tenant isolation, provenance, bias, context limitations e adversarial content. Um aprendizado útil num contexto pode ser perigoso como padrão global.

Incidente deve produzir timeline, impact, root/contributing factors, control gaps, remediation, learning candidate e verification. Culpa individual não substitui análise sociotécnica.

Uma correção só é concluída quando o controle foi implementado, sua eficácia verificada e a documentação/operational model atualizados.