Práticas e Practice Cards
Uma Practice descreve uma abordagem repetível para alcançar determinado resultado. Ela não é apenas um texto instrucional; possui contrato de entrada, trabalho, saída e conformidade.
Practice Card pública
Seção intitulada “Practice Card pública”Campos recomendados:
id e versãonome e propósitoaplicabilidadeestado de entradainputspapéis e competênciasatividades e decision rulesinstrumentoscapabilities utilizadasoutputsexit criteriablockersreform pathevents e telemetryowner e statusPractice, workflow e task
Seção intitulada “Practice, workflow e task”- Practice define a abordagem e o resultado.
- Workflow define a coordenação da execução.
- Task define a ação granular.
Uma prática pode ter múltiplos workflows por depth ou profile. Uma task pode ser reutilizada por várias practices.
Composição
Seção intitulada “Composição”Práticas são compostas de acordo com o contexto. Por exemplo, Evidence Qualification pode ser usada no Build de um validator e no Operate de uma jornada Foundation. O Core preserva semantics; o solution pack especializa critérios.
Práticas mínimas públicas
Seção intitulada “Práticas mínimas públicas”- Signal Qualification;
- Project Framing;
- Epic Definition;
- Evidence Qualification;
- Architecture Description;
- Capability Resolution;
- Gate Preparation;
- Eval & Prove;
- Activation Readiness;
- Outcome Reconciliation;
- Learning Promotion.
Governança
Seção intitulada “Governança”Cada Practice Card possui owner e status. Alterações em exit criteria, authority ou evidence requirements podem ser breaking. Exemplos e instrumentos podem evoluir sem mudar o contrato principal.
Anti-padrão
Seção intitulada “Anti-padrão”Transformar toda boa ideia em Practice cria catálogo inflado. Uma prática merece existir quando o resultado se repete, possui variação controlável e reduz ambiguidade ou custo de execução.