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Mapa do método

O mapa do ADAPT precisa ser lido em camadas. Misturar essas camadas é a principal fonte de confusão em implementações.

ASSESS → DESIGN → ARCHITECT → PROVE → TRANSFER & TRACK

As fases representam mudanças de estado. Elas não equivalem a áreas funcionais e não impõem duração igual.

ASSESSORIA · ARQUITETURA · ENGENHARIA · OPERAÇÃO

Os contextos atravessam todas as fases. Assessoria pode atuar em Prove ao interpretar implicações; Engenharia pode atuar em Assess ao descobrir restrições; Operação participa de Architect para garantir operabilidade.

BUILD necessidade → capability release
OPERATE sinal → jornada → operação → resultado e aprendizagem

Build publica capacidades. Operate seleciona, configura, integra, prova, ativa e governa capacidades em um contexto específico.

Sinal ou demanda
→ Projeto
→ Épico
→ Work Package
→ Workflow
→ Task
→ Artefato e evidência
→ Gate
→ Estado
→ Resultado

Uma capability não é filha de um único épico. Ela pode ser consumida por vários projetos, versões e tenants. A relação correta é de dependência e rastreabilidade.

Cada trabalho material é observado pelas mesmas disciplinas transversais:

  • governança e accountability;
  • qualidade e conformidade;
  • linhagem e proveniência;
  • observabilidade e drift;
  • FinOps e economia de valor;
  • segurança e privacidade;
  • aprendizagem e evolução.

O roteamento considera cinco variáveis:

Variável Pergunta
Perfil Estamos criando uma capability reutilizável ou operando uma jornada?
Condição O trabalho está em Explore, Frame ou Operate?
Fundação Precisamos Build, Harden ou Connect?
Profundidade O risco permite Quick, exige Standard ou requer Governed?
Estado-alvo Qual estado verificável deve ser alcançado?

O método não escolhe automaticamente a resposta de negócio. Ele torna os critérios, as evidências e a autoridade de escolha explícitos.