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Workflows, tools e adapters

Workflows materializam coordenação; tools executam capacidades; adapters conectam contratos do método a runtimes específicos.

Cada tool declara:

name e purpose
input/output schema
side effects
required identity e permissions
data/action scope
idempotency
cost/meter
telemetry
error behavior
owner e version

Tools genéricas de escrita em produção devem ser evitadas quando procedures tipadas podem limitar action scope.

Adapter traduz capability canônica para tecnologia específica sem alterar significado do contrato. Exemplos: semantic contract para objeto do runtime, trace para OpenTelemetry, lineage para OpenLineage, tool contract para MCP ou API.

MCP pode padronizar descoberta e invocação de tools, mas não substitui authority, materiality, purpose, budget ou decision policy. O Harness e o policy layer permanecem responsáveis por permitir, restringir ou bloquear.

Cálculos críticos, state transitions, budget enforcement e policy checks devem ser determinísticos quando possível. LLMs podem interpretar contexto e propor ações, mas outputs são validados antes de side effects.

Um workflow deve declarar started, waiting, blocked, completed, failed, cancelled e expired, além de domain states específicos. Retries precisam ser idempotentes ou compensáveis.

Cada run recebe trace ID e liga project, epic, task, agent, tool, artifact, gate e cost. Telemetry respeita privacy e não replica contexto sensível desnecessário.

O Public Method define contracts. Technology Packs implementam OpenAI, Anthropic, Snowflake, Databricks, Fabric, cloud services, local runtimes ou APIs. Nenhum fornecedor define o Core.